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30 de jul de 2014

É por esta e por outras que dizem que sou estranha #2



Nunca senti assim grande "atração" por bebés. Não tenho aquela vontade de andar com eles ao colo, de lhes fazer caretas, de lhes falar naquela voz típica que se costuma fazer (vocês entendem), de brincar e essas coisas, resumindo não tenho vontade de andar á volta deles, não tenho jeito para crianças. Há pessoas que parecem que foram feitas para cuidar de crianças, mas eu simplesmente não tenho inclinação para isso, nem todos nasceram para serem mães/ pais, é simples (talvez isso mude, mas por agora não). 
Não é que eu tenha algo contra os bebés, não tenho, obviamente que não!
A minha prima mais velha teve há pouco tempo uma menina e como eu já referi em cima, não tenho personalidade para estar ali a fazer coisas daquelas, hoje quiseram que pegasse na miúda ao colo e eu recusei-me, começou tudo a gritar comigo, disseram coisas como "Tens nojo da menina, é? És mesmo "isto e aquilo". Achas-te importante, deve ser. Não podes pegar nela?", para além de não saber pegar e ter medo que a bebé caísse, eu ia estar ali imóvel a segurar nela e mais nada, não me ia sentir bem sequer. Eu sei que maior parte de vocês não vai entender o meu ponto de vista, mas paciência. 

27 de jul de 2014

É por esta e por outras que dizem que sou estranha #1


Não gosto de sair á noite, não tenho nenhuma atração por isso. A resposta á pergunta de "mas tu já experimentaste?" é "Sim já e não gostei", mas " ah e tal, isso depende com quem vais e onde", pois, mas para além de eu não consumir álcool, de eu não gostar da merda de música que os bares/discotecas passam, de dançar, do ambiente e de não gostar de demasiada socialização desnecessária , gosto de ter o meu espaço/ momento, e estando todo o dia ocupada, gosto de ter a noite para me dedicar ao que me apetece. E dizem-me "Isso é estranho, principalmente nas nossas idades. Vais muito mal preparada para a universidade, vais chegar lá, vais querer viver tudo de uma vez." Prometo que para a minha próxima vida vou virar uma pita de 15 anos a vomitar á porta de um bar toda bêbada para ficar preparadinha para a universidade, meus caros... Como eu adoro prognósticos!

24 de jul de 2014

O que a racionalidade te tira


Penso demais. Eu sei que sim. Claro que a demasia em racionalidade me tira muitas coisas que o coração tem para oferecer, para além de bombear o sangue. Quando duas pessoas assim se apaixonam, elas pensam, elas deixam os sentimentos de lado, elas medem os prós e os contras da possível relação. Se doi optar por se ficar na amizade? Claro que doi, para ambos os lados. Já chorei como se tivesse em mim toda a água do mundo. Mas já voltei ao meu estado racional. É o melhor, para ambos. Nós somos demasiado iguais, pensamos sempre demasiado, perdemos a oportunidade, no presente era quase impossivel isto resultar.  Ele vai-se embora este ano, eu daqui a um ano vou embora, não nos queremos prender por uma causa que não sabemos se tinha bases para durar. Passou o nosso tempo.

21 de jul de 2014

Desenvolvam o sentido crítico!


Sigo diversos jornais no Facebook, de vários tipos, não apenas para saber as notícias mas também para dar a minha opinião sobre o que me interessa, digamos assim. Acho que nós, jovens, nos devemos informar sobre o que vai acontecendo no mundo e formar opiniões sobre os diversos assuntos, acho que é uma forma de melhorarmos a nossa argumentação/ contra argumentação (sim, porque vai haver sempre quem lá inicie uma discussão contigo) e sentido crítico. Vai haver gente que apoia o que dizes e outra que não concorda, faz parte, não se deixem ir abaixo por qualquer censura (mesmo que forte e bem argumentada). Deixo aqui este texto como forma de incentivo ao desenvolvimento do sentido crítico, que é uma coisa que cada vez vejo menos nos jovens.

18 de jul de 2014

Obrigada Ministério! Obrigada Saramago!


Distrai-me Saramago, não quero pensar que fui gastar 10 Euros numa segunda fase de Biologia e Geologia mais difícil, mais puxada, com mais rasteiras na qual  nem a 9.5 vou chegar. Eu bem que podia ter ficado quietinha como muitos fizeram, ter ficado contente por ter mantido o 13 (nota interna) e pronto. E a pergunta é "Mas tu precisas disto como prova de ingresso?" e a resposta é "Olha, não sei, mas para as opções que tenho acho que entrava com a nota da primeira.". A segunda fase foi um descargo de consciência, foi o que foi.
Mudando de assunto, o livro é ótimo, vi primeiro o filme e gostei bastante. Saramago exige uma concentração imensa, a maneira de ele escrever é peculiar.
 Por exemplo:  "Empurrou
a mulher quase com violência, ele próprio recuou, Afasta-te, não te chegues a
mim, posso contagiar-te, e logo a seguir, batendo na cabeça com os punhos
fechados, Estúpido, estúpido, médico idiota, como é que não pensei, uma noite
inteira juntos, devia ter ficado no escritório, com a porta fechada, e mesmo
assim".

14 de jul de 2014

Inspira-te ou não #6

Summer #1

Já me tinha esquecido desta rúbrica...
O que acham? Usavam?



10 de jul de 2014

Possessão


Nunca gostei de pessoas possessivas e teve de ser eu arranjar agora uma, então.
 Ela é "não respondes no facebook porquê? Ainda estás a estudar? Faz uma pausa para falares comigo. Não podes mesmo vir ter comigo em X dia? Atende o telemóvel, estou mesmo mal (é certo e sabido que é pelo menos uma hora e meia ali a falar de rapazes), fala comigo por favor, o que é que eu faço em relação ao Y e ao Z?". Imaginem isto o dia todo, chamadas ás 2 ou 3 da manhã, etc.
 Pois, aqui a Luna tem paciência para toda a gente e eles abusam. 
Eu devia deixar de ser boazinha, devia.

7 de jul de 2014

Socialões do Facebook


Alguém me explica o porquê de existirem os chamados "socialões, sociais" ( o que quiserem chamar) que têm mais likes nas fotos (e em tudo o que fazem) que o Vaticano de visitantes? O que é que esta gente fez? Compraram roupas de marca e fingiram ser modelos, andaram com muitos/as numa noite, o que foi mesmo?  

3 de jul de 2014

Pessoas deste mundo


Nunca vou entender aquelas pessoas que se gostam de meter na vida dos outros.
Não sei que satisfação é que uma pessoa tem ao intrometer-se na vida dos outros, dando opiniões não solicitadas, fazendo comentários despropositados e que ninguém quer saber.