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14 de set de 2014

Questões sobre a praxe


Anteontem vi no youtube o debate
Prós e Contras - Sim ou Não às praxes?, também vi o documentário "Praxis" que foi falado no debate (onde, aproveito para dizer que foi muito ressaltado o lado negativo das praxes, mas isto é como em tudo na vida, há coisas boas e coisas más, praxes divertidas e outras abusadoras, depende das pessoas que praxam suponho), o que mais se falou no debate é na coação que muitas vezes se fazem aos caloiros para entrarem nas praxes, algumas praxes pouco dignificantes da pessoa (como por exemplo coisas com cariz sexual que eu não achei a mínima piada, como por exemplo ao minuto 22:50 do primeiro link), o que eu aconselho é que vejam o debate, tem quase 2 horas mas para mim valeu a pena.

As perguntas que eu vos faço é: se algum caloiro vos disser a vós, praxistas, que não quer ser praxado, o que é que acontece? Não precisam de relatar em concreto na primeira pessoa, mas podem (e até agradeço) que partilhem coisas que viram fazer. Pessoas que entraram este ano para a universidade (e não só), vocês querem ser praxados?A mim ainda me falta 1 ano, mas eu gosto de estar informada.
Podem comentar em anónimo se assim o preferirem.

49 comentários:

Inês disse...

No meu ano de caloira perguntaram que não queria frequentar a praxe e, os que não quiseram, saíram sem represas ou consequências. Houve ainda algumas desistências ao longo da semana e a única coisa que fizeram foi apenas questionar ao caloiro o que é que ele acha que falhou na praxe ou fez com que desistisse. Depois disso mais nada. Aliás, continuaram a ajudar toda a gente, frequentassem ou não a praxe. Mas isto foi a minha, depende de praxe para praxe e só vais perceber se a tua é assim no dia em que tiveres a tua praxe diante dos teus olhos.

Ana Rita disse...

Este ano vou praxar pela primeira vez e digo-te se alguém chegar ao pé de mim e disser "Eu não quero ser praxado" eu vou-lhe dizer "Tudo Bem"!
Ninguém é obrigado a nada e eu falo por mim que quando fui caloira ia ás praxes mas não tava lá todos os dias, ia só ás vezes e por isso andavam-me sempre com as bocas "Esta só vem quando lhe apetece"!! Eu como não sou de ficar calada tive grandes discussões com várias pessoas por causa disso! "Não apregoam que a praxe não é obrigatória?? Então deixem-se de tretas eu venho mesmo só quando me apetece e quero lá saber do que vocês dizem"
Isso da coação é muito relativo!! As pessoas são coagidas a vida inteira a fazer isto ou aquilo mas na tv só falam do que lhes convém!

Hanna disse...

também fiz essa pergunta a mim mesma recentemente... para o ano penso ir para a universidade e também começo a pensar nesse tipo de coisas.

Ana Rita disse...

r: Eu neste momento acredito que exista de tudo por aí! Nunca vi ninguém ser maltratado na minha faculdade e conheci pessoas tanto na praxe como fora dela!!
Acho que depende de faculdade para faculdade!!

Carolina disse...

Fui caloira mas os meus colegas que não quiseram frequentar a praxe saíram de lá na boa e foram tratados como nós, sem diferenças nem rebaixamentos :)
Na minha opinião, acho que as pessoas não devem dizer que não gostam da praxe sem antes a experimentarem! Que frequentem uma ou duas praxes e depois pronto, criam uma opinião xD

mia disse...

Eu sou caloira este ano e quero sim frequentar a praxe. Já estive com algumas das minhas doutoras e pareceram-me muito simpáticas! Amanhã é o meu primeiro dia, provavelmente vou ser praxada (mandaram-me levar calças velhas xb) portanto vou só amanhã formar uma opinião. Se eu gostar, fico. Se não gostar, saio. Tão simples quanto isso. E é assim que tens de pensar. Não estejas já preocupada com debates e opiniões alheias sobre o assunto. No próximo ano, és caloira. Vais e experimentas. Vê com os teus próprios olhos e forma a tua própria opinião. É a melhor maneira (:

miak disse...

A praxe, quando interpretada como uma forma de poder, em vez de um acto de acolhimento, pisa terrenos muito escorregadios. Mas é como dizes. Depende depois da "qualidade" de quem a pratica. Inquestionável (para mim) deve ser o direito a não participar.

R* disse...

Estudei na FPCE em Coimbra e posso garantir-te que quem não queria ser praxado não era, não havia represálias nem ninguém ficava de parte, a única coisa que acontecia (e a meu ver corretamente) era essa pessoa depois também não praxar...
De resto...

R* disse...

Vais estudar para onde (ou para onde achas que vais)? Isso tem muito impacto...
Há praxes mais físicas, há praxes mais psicológicas... Mas uma coisa te garanto: no final do ano ficas a morrer de saudades e querias muito passar por tudo de novo... :/

Acredita, estou a acabar o mestrado (ou seja, 5 anos de faculdade) e só consigo pensar que amanhã é o primeiro dia de receção ao caloiro no qual já não vou estar... :/

R* disse...

Quaisquer das Faculdades da Universidade de Coimbra que escolhas estás bem entregue... É só cantigas e estar de 4 :)) Jogos engraçados e passeio :)

Vais gostar, não estejas receosa :)
Quem me dera passar por tudo de novo.

who am I? disse...

Duas horas com a Fátima Campos FOLEIRA, é demais para mim. Ahah

As* disse...

Olá, estou a passar no teu cantinho para avisar que tenho no meu blog um desafio para ti ! kiss kiss :)

Diana Machado disse...

Bom, penso que de facto as pessoas podem sentir-me na obrigação de frequentar a praxe. No entanto este ano tivemos uma que não estava muito adepta da ideia de ir, mas foi ontem à primeira que fizemos para ver se gostava, se queria ser praxada, etc. é um mês e meio de praxe, e realmente se não quiser ser praxada, assina um papel e pronto, adios. não vamos sequer estar cm muita conversa a insistir

S* disse...

Eu nunca achei graça a praxes nem entendo o seu propósito.

Carolina. disse...

Há muitos mitos e cada Comissão de Praxe é uma Comissão de Praxe que varia em cada curso e que muda até de ano para ano. Depende muito das pessoas mas há direitos e valores que têm que ser obrigatoriamente respeitados.
Se não queres ser Praxada, não o és. Segues a tua vidinha e os que vão à Praxe seguem a deles. Podes desistir, podes nem sequer experimentar e etc... Há Praxe fisica, psicologica, divertida e abusadora. Mas também depende muito dos teus limites e de toda a gente que está nesse ambiente (desde o caloiro ao Dux ou a um doutor). Há quem não saiba praxar? Há! Claro, como em tudo. A solução é não ser influenciável nem ter receio. Eu já recusei uma Praxe que não tinha nada de especial para a maioria mas que para mim não fazia qualquer sentido e não sofri nada com isso. Aliás, pediram-me para fazer outra coisa e o assunto ficou resolvido! Eu adorei a minha Praxe e repetia...
Ah! E nos jantares de Faculdade - pelo menos na minha - misturam-se elementos da Praxe com pessoas que não a frequentaram... A diferença é que somos mais proximos dos que foram praxados connosco (e dos que nos praxaram também) porque passámos muito mais tempo com eles... Penso que é normal :)
Mas se não fores à Praxe tens amigos na mesma. Talvez não conheças pessoal de todos os anos ou de todos os cursos da Faculdade mas não é por não ires à Praxe que não te vais sentir integrada...
Eu fui e adorei. Tive Praxe o ano todo e nunca falhei... (: Cada Praxe é única. Não adianta recolher opiniões. Terás a tua quando chegar o teu ano...

Carolina. disse...

R: Eu ando numa das faculdades da Católica de Braga. O papel anti-praxe é só um documento a dizer que recusas toda a actividade praxística mas da mesma forma como nao assinas um a dizer que queres ir a Praxe, é ridiculo teres que assinar um a dizer que não queres. Os meus amigos que não foram à Praxe não assinaram nada, simplesmente não foram e ninguém os incomodou com isso.

Bu' disse...

Não és obrigada a ser praxada, respondendo já à pergunta que me fizeste no blog*
Eu quero ser praxada pelo espírito, pela convivência, pelo pessoal que vou conhecer lá. Mas lá está, se não me agradar eu digo que não quero e venho embora, ninguém me pode obrigar a ficar, o máximo que fazem é perguntar porque não quero ficar e isso.

r: Biologia no porto também subiu 1 valor!
Tenta, se não conseguires avisa que eu tento encontrar outra vez*
Claro que não me importo!!

Carolina. disse...

R: exactamente... (:

Jade disse...

Ora bem, o meu primeiro ano está mesmo agora a começar e sim, vou ser praxada. Pelo menos para experimentar e tentar aproveitar cada momento, mas se a qualquer altura sentir que os meus limites foram ultrapassados, acaba por aí sem dúvida nenhuma (:

Carolina. disse...

R: Felizmente sim, alguns :) Poucos quando comparados com o que quero visitar mas sinto-me uma sortuda :)

Carolina. disse...

R: Hm... Países... Deixa lá ver se não me esqueço de nada: Portugal, Espanha, França, Marrocos, Tunísia, Estados Unidos, Inglaterra, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia... Acho que está tudo. Espero um dia visitar muitos mais :)

Carolina. disse...

R: Visitei num cruzeiro (Suécia, Finlândia, Dinamarca e Rússia) e adorei cada um desses países! Espero regressar :)

Marisa Costa disse...

r: Também tenho a mesma opinião :)
É super bom ^^
Como foi o primeiro dia?

C. disse...

R: e o teu melhor amigo está em que ano? No 12°? Pela primeira vez ou a repetir?
Eu nem sei sabes? Ela anda assim há imenso tempo. Sabes aqueles sentimentos todos, dos mais puros, honestos e profundos que se tem com as amizades verdadeiras (m.amigo e m.amiga)? Pois bem, sinto isso tudo da minha parte desaparecer o que me entristece imenso, a sério...
Eu...eu...no post disse que nem vontade de vir ao pc tenho. Uma das grandes razoes é por isso. Por não ter de me sentir culpado por estar invisivel no skype só para não falar e ter conversas que mais parece que só responde e escreve por favor. Todas as respostas dela, até já eu as adivinho, a sério. E hoje, quando li a sms pensei "que seca" e de imediato fiquei surpresa comigo mesma, ter tal pensamento sobre a minha m.a? Ja não me importar? o:
Bem, a minha amizade com ela dura ah 3 anos, quase 4 acho, e tem sido toda virtual, mas sinceramente, já passamos imenso "juntas".
Coimbra é a melhor. Tambem tenho direito como possibilidade máxima e coimnra é a minha primeira opção, mas vi os candidatos que entraram e são imensos o que me deixa a pensar, e a empregabilidade?!

C. disse...

r: Pois. Eu ia fazer melhoria a fq, no entanto, não posso fazê-lo porque não reprovei à disciplina no 11º e a melhoria devia ter sido feito o ano passado - quando frequentava o 12º -, não agora que reprovei a matemática e passou um ano desde que tive fq. Sinceramente, acho estúpido, mas nem me pronunciei. Vou ter de andar a estudar durante o ano todo e ir por exame como aluna externa...
Quanto à R., sim, somos amigas virtuais. É engraçado também acontecer o mesmo contigo embora seja rapaz. Como é que te hei de explicar? Eu tenho um pequeno defeito - pelo menos é o que todos dizem -, ou seja, aceito tudo de uma forma estranha, isto é, não resmungo ao que me fazem, não opino concordando sempre com essa pessoa e pior, para não me chatear com alguém, interiorizo os meus sentimentos e deixo que provoquem aquela dor máxima sabes? Quando sentes que está tudo bem, mas de repente, sofres, as coisas começam a descontrolar-se onde os teus pensamentos são os teus piores inimigos. Vou-te ser muito sincera! Quero pensar que a culpa é minha, quero acreditar que esses meus pensamentos são inimigos das nossas emoções/sentimentos, quero acreditar que a culpa é minha por não ter ingressado na faculdade por forma a obter a maturidade que eu sei que ela obteve desde a sua nova etapa como estudante, quero acreditar que não a apoio como devo por não estar perto dela, quero acreditar que a culpa é minha por os assuntos serem cada vez menos escassos nas nossas breves conversas - ultimamente -, mas como é que posso fazê-lo se quando todas as vezes, todas! pergunto "então croma, conta lá e novidades aqui para mim" e ela "nada". E eu insisto "é impossível não teres novidades", "mas não tenho", "nenhuma, nenhuma, nenhuma? o:" , "nenhuma", "então olha, eu tenho isto e isto e isto (...)", percebes? No fim acabo por ser sempre eu a contar as novidades e depois massacro-me porque pelas respostas sinto que a chateio. Depois desde o verão como fiquei a reptir mat, não ando bem e ela levou comigo e não sei mais.
Na verdade, sinto ciúmes por ela ter uma rapariga que está com ela dia após dia e se tornou, no seu maior apoio. Acredito vivamente nisto que digo. Todavia não a censuro e sempre defendi a ideia de que "nunca vou pedir que os meus amigos que fiquem perto de mim quando não o necessitam". E eu prórpia sou a primeira a dizer fala com ela, desabafa com ela - já que eu não consigo fazê.la mudar de ideias -, talvez a opinião dela seja diferente da minha e sempre tens alguém mais perto de ti (já que eu não o posso neh). E pronto, aqui a C., só quer o melhor para a R. que mesmo quando sinto ciúmes da amizade das duas por saber que essa rapariga começou a ser a primeira opção dela, incentivo a que essa rapariga continue a ser a sua primeira opção. :´(
Eu sei, é mega injusto isto da minha parte...
Juíza acho que não é bem o meu forte. Se fosse mesmo para direito, especializaria-me na área de "direito penal", sem dúvida (a não ser que durante o curso mudasse de ideias).
Pois o exame de português este ano era super fácil, saiu o que eu quis e mesmo assim só tirei 10. Se fiquei desiludida? Logo para quem tem direito como opção? A palavra "desiludida" foi pouco para o sentimento quando vi a nota. Estava com grandes expectativas e depois, catrapumba, contenta.te com o 10...
Os exames em geral foram todos mal corrigidos e deram imensa polémica, mas eu sou muito conformista e não pedi reapreciação de prova. Tive amigos que o fizeram e subiram imensos valores, enfim...
Ainda não li, mas assim que ler o que me enviaste digo.te alguma coisa (:

C. disse...

r: estava a ver o pdf que me enviaste por email e tenho aqui uma dúvida existencial :p seguir direito dá para me especializar em "inpetor da policia judiciária"? s:

Carolina. disse...

R: Nos países que visitei no Cruzeiro? Cerca de 3 dias (em média) em cada cidade... Em Copenhaga estive mais tempo :)

Pedro Sampaio disse...

Na minha opinião ninguém é obrigado a nada, faz se quiser apenas, e não têm que ser rebaixado ou criticado por isso!

Neuza disse...

R: correu bem ?

Neuza disse...

R: correu bem :D *

Bonjour Love disse...

há dois anos fui caloira e estava entusiasmada com a praxe porque queria conhecer gente e a cidade e pensava que servia para isso mas não! era autêntica humilhação e estávamos quase sempre de quatro ou com a cara virada para o chão dentro sempre da faculdade. não gostei! e acabei por sair e não me aconteceu nada nem me declarei anti-praxe porque nem o sou. acho que a praxe é muito fixe se tiveres doutores decentes! na minha faculdade as melhores pessoas eram as que, tal como eu, desistiram. fiz amigos na mesma e sai na mesma, muita gente disse que se eu não andasse na praxe que não ia fazer amigos nem sair, tudo treta!
a minha irmã , por outro lado, foi matricular-se onde entrou na 1a fase e os doutores foram super simpáticos com ela! houve duas que foram mais rígidas pelo FB mas o resto falaram com ela de igual para igual. só disseram que durante a praxe seria diferente, que tinha que haver o respeito. e iam-lhe mostrar a cidade e tudo. a mim não aconteceu nada disso. agora vou mudar de faculdade e vou entrar na praxe outra vez e ver como corre.

Bonjour Love disse...

eu acho que a praxe e nós gostarmos dela só depende mesmo de quem a está a fazer. espero que apanhes doutores porreiros :) é uma boa ideia para o meu próximo post! obrigada querida*

anya ♥ disse...

Bem, já leste a minha opinião acerca disto. Quando/se chegar a tua vez, faz a tua escolha, sabendo que se escolheres ir, podes sempre recusar. Acredito que haja algumas experiências mto boas :)

C. disse...

Eu cá quero ser praxada! COntudo, se vir que as coisas não estão a correr lá muito bom, deixo as praxes.

r: Sim, eu entendo, mas quando algo está errado a culpa é das pessoas envolvidas na questão e é isso que tenho de perceber. Eu de certeza que também já devo ter errado na nossa amizade, no quê? Isso não sei. Ninguém é perfeito, os erros são uma constante cuja emenda consegue ser bastante difícil.
Sabes? Para mim "melhor amiga", isto é, as duas palavras juntam tem um significado muito forte! Primeiro e não menos importante que outras tantas razões, é a pessoa em quem confias a 100%. Não é em meses ou num ano que se constrói amizades. Em segundo, as brincadeiras tem aquele lado especial porque é com as pessoas que mais gosta e admiras (agora até me lembrei do D., o meu ex-melhor amigo, eramos tão cromos neste aspeto a sério). E por outras tantas razões que tu deves saber. Isso eu também aliás, sempre me chamaram maria-rapaz por me dar melhor com rapazes do que com raparigas e também devido à minha lista de amigos cujos nomes eram só de rapazes. Sou da mesma opinião que tu. As amizades com os rapazes conseguem ser muito mais "saudáveis", mais sinceras, mais puras e mega divertidas. Normalmente, eles são muito honestos no que sentem dai pensar que essa é a linha de diferença entre eles e nós raparigas que costumamos ser umas confusas.
Não, já não mantemos o contacto desde que o 10º ano terminou...mas aqui há tempos recebi uma "mensagem" no face do melhor amigo dele que também foi um amigo que sempre admirei e com o qual me dava bem a dizer "quando voltares ao sul vê se nos vens visitar que já temos saudades". Fiquei com um sorriso espetado na cara, é sempre bom estas coisas. Olha, a R., uma vez também me fez uma. Eu vivia no sul do pais (a terra onde nasci) e à cerca de um ano e qualquer coisa mudei-me para o norte do pais (a minha terra natal) e a meio desse ano, ela veio à cidade onde me encontro a viver com a tal amiga passear pela cidade e acabou por conhecer um blogguer (que foi quem as guiou pela cidade) com quem ela se dava bem. Eu nesse dia desmarquei tudo porque pensava que iamos estar juntas pela primeira vez e eu estava disposta a deslocar-me onde fosse preciso para a ver nem que fosse durante breves minutos, mas achas que isso aconteceu? Não...eu mega esperançosa, ansiosa e nada.
O teu melhor amigo é um cromo! :p
Olha, estive a ver a média em coimbra que é a única onde posso entrar por aceitar exame de português sozinha e só entro se tirar acima de 14,5 no exame de português, nota a qual esperava ter tirado no exame, no entanto, como sabes não aconteceu. Por isso, disse logo ontem à minha mãe, esquece. A matemática estraga.me a média toda e o meu exame a química tá baixo o que também me estragou (juro que não sei que me aconteceu nesse dia, até a minha explicadora ficou surpresa com a nota, mas pronto). Assim, só mes resta ir dar uma vista de olhos no código penal, ler assuntos ou entrevistas e ver se vale a pena ir fazer o exame de pt, caso contrário, opto pelo de f.q.
A tua média é muito boa. Entras em coimbra, de certeza. Quanto à nova, se tirares também um 17 no exame de pt também entras em Lisboa, acredita-
Exato, só em 4 meses gastava o dinheiro de um ano na universidade o que é ridículo, mas estamos a falar do recorrente que foi feito/desenhado para ricos. Sejamos sinceras, aquilo não é para qualquer um. Os médicos? Esses é o abuso da inteligência, dos livros, da matéria tanto na teórica como na prática, das horas que passam ser dormir, de tudo! Médica sempre foi algo que nunca quis, mesmo que tivesse média para tal.
Gosto de engenharia e gestão industrial, engenharia informática, educação básica, gestão e assim, de cabeça não me lembro de mais e tu?

Diana C. disse...

Eu também não sei o que ainda vou fazer, mas acho que depende muito.

Caty disse...

Na minha faculdade a praxe é só uns dias antes das aulas começarem e por isso infelizmente nao pude participar.... Mas as pessoas adoraram a praxe dizem que na minha faculdade é mesmo super fixe. Mas claro as coisas mudam de faculdade para faculdade, quando entrares o melhor mesmo é leres o código da praxe da tua faculdade... :')

*Beijinhos*
Caty<3
http://myfairytale4.blogspot.pt

Green disse...

Eu fui praxada e também praxei, e viveria tudo isso novamente, porque gostei bastante.
Claro que é uma grande mudança, há pessoas estúpidas que só elas, e que acham que nós somos piores que animais, mas vai tudo do bom senso e de nunca permitires que abusem de ti.
A praxe é gira, é um momento de integração, conheces imensa gente, convives muito, fazes muitas brincadeiras engraçadas, aprendes, descobres quase todos os recantos da cidade onde estudas.
E é isso que tens de aproveitar, todas essas coisas boas, e recusares-te a fazer o que não queres.
Eu recusei fazer coisas que achei parvas, nada de mal mas que eu não quis fazer, e ninguém me obrigou a fazer nada.
Sem stress, a praxe não é nada de mais e pode ser bem divertida.

Marisa Costa disse...

r: Que sorte :b
Acreditas que eu já começei a dar matéria? :c
Como está a ser tudo! Eu estou a gostar muito ^^

Marisa Costa disse...

r: Não, não digas isso :b
Também eu!!!
Estás bem? :)

Marisa Costa disse...

r: Nãooooooo :o Não pode ser!!
Também está tudo :b
Amanha tenho manha livre *-*

Kiara disse...

Eu entrei na universidade a pensar levar a praxe até ao fim! Resultado? Desisti passado pouco mais de uma semana. Isto porque eu tenho a minha lista de prioridades, e a praxe não estava lá. Eu tinha de ter tempo para as viagens de camioneta que faço diariamente (e que me ocupam duas horas do dia), tempo para estudar, namorar, trabalhar, estar com a família... não havia tempo para praxes na minha vida! Como a praxe do meu curso não era algo que me agradasse assim tanto, também não fiz qualquer esforço para incluir a praxe no meu precioso tempo. Desisti e hoje, depois de um ano, não me arrependo nada!

Mel disse...

Eu fui praxada e praxei. Fui livremente para o local onde estava a comissão e, ainda tive mais uma oportunidade de desistência quando fizeram a típica pergunta "Queres estar aqui? Quem não quiser é livre de sair". É importante realçar que não frequentar a praxe, não é ser anti-praxe. Pois tenho a sensação que existem pessoas que não querem ser praxadas, mas que permanecem por pensar que se não forem praxadas, têm de ser declaradas anti-praxe. O que é totalmente errado.
No ano em que praxei, tive uma situação de um rapaz que me faltou ao respeito. Rapidamente "o pus no lugar". Visto que não fui ouvido, convidei-o a sair. Dei oportunidade de me respeitar e continuar o seu percurso na praxe da sua instituição, contudo, ele não quis. Foi uma situação triste, mas teve que ser. E nunca foi insultado por isso, muito pelo contrário: Ele faltou-me ao respeito e eu, sem qualquer tipo de conversa ofensiva, disse para ele sair se não queria ser praxado.

Caty disse...

R: pois não sei :')

*Beijinhos*
Caty<3
http://myfairytale4.blogspot.pt

Itor disse...

Simples, se não queres ir à praxe, ninguém te obriga. Eu sou doutor e aconselho-te a ires e viveres por ti sem spoils.. So... Se gostares continuas, se não gostares n vais mais.

Jade disse...

r. Sim, não vou sujeitar-me a nada de que não goste... isso está decidido.

madalena disse...

Enquanto praxista, se um caloiro me vier dizer que não gosta da praxe que lhe estou a fazer, ou que vai contra os princípios do caloiro eu mudo imediatamente de praxe, como é o meu dever. Na minha universidade, quem não quer ser praxado tem de se declarar anti-praxe e assinar um documento para tal (com o que eu não concordo inteiramente). O que eu tenho vindo a dizer é que é preciso bom-senso, e se houver bom-senso corre tudo bem. E esse bom-senso tem de vir de ambas as partes: praxistas e caloiros. Os praxistas não podem abusar nem maltratar os caloiros, mas os caloiros também têm de compreender que as praxes foram planeadas para eles e não devem faltar ao respeito aos praxistas, que é o que eu vejo muito a acontecer.
Para mim, na minha universidade e especialmente no meu curso, a praxe é um modo de unir o curso, e posso dizer com orgulho que este ano vejo isso a acontecer. Colegas de todos os graus hierárquicos vêm à praxe, mesmo que não possam praxar e divertem-se. Os próprios caloiros estão a gostar, e os que não estão, já foram várias vezes convidados a sair, se não o fizeram foi porque não o quiseram.

Na minha altura de caloira nunca nenhum dos meus Académicos abusou nem me faltou ao respeito ou coisa que se parecesse. Nessa altura eu estava mal de saúde, expliquei-lhes e eles foram super compreensivos comigo. Não fui muito participativa nas praxes do meu ano, e não posso dizer que adorei, mas não me posso queixar que abusaram comigo ou me obrigaram a alguma coisa, porque nada disso aconteceu.

madalena disse...

R: Também não concordo com esse documento anti-praxe, mas por outro lado não acho justo pessoas que nunca vão às praxes terem os mesmos "direitos" de quem foi religiosamente (com direitos quero dizer o direito a trajar, a praxar e a participar em actividades do curso).
E quanto às faltas de respeito que vejo, nem quero saber se são entre caloiros e praxistas, interessa-me mais que os caloiros entendam que os praxistas são pessoas e vice-versa; pelo que o respeito é bonito entre pessoas, sejam elas quem forem. Já me aconteceu um caso de uma caloira insolente, que quase me cuspiu para cima sem eu lhe ter feito nada; e por mim essa era imediatamente corrida da praxe.

Audrey Deal disse...

Fui praxada e tenho muito orgulho e foi super giro!

Tulipa Negra disse...

A mim pintaram-me a cara uma vez e não fiz mais nada porque não quis. Na minha faculdade são quase dois meses de praxes e algumas pessoas são extremamente mal educadas portanto não recusei-me. Ainda me pediram o número de aluno e nome com a intenção de não me deixarem queimar a fita no final do curso eu recusei-me a fornecer quaisquer dados, não são da polícia nem de qualquer outro departamento que tenha autoridade para me solicitar identificação portanto não fiz. Participei em todas as actividades académicas que me deu na real gana e fiz tudo o que me apeteceu portanto acho que deves fazer o que te apetecer. Se te sentires receosa com algo e não quiseres fazer não fazer ninguém tem o direito de te obrigar a nada.