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30 de dez de 2016

USA

Quando todos os dias tens mais de 200 visitas silenciosas dos Estados Unidos...

20 de dez de 2016

Alice

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Li 2 livros quando era mais novinha, talvez aí com uns 13 ou 14, que me suscitaram interesse. Não foram os únicos, claro, mas aqueles tinham interesse porque a protagonista era praticamente da minha idade e até tínhamos alguns pensamentos parecidos. No outro dia, estava na cama, quase a dormir e lembrei-me disso, e fui procurar na net, para ver se haviam mais ou não. E haviam...Imensos! Decidi ler o último, pois a história continuava desde que ela tinha 18, até ter 60. E se me identifiquei com certas coisas, também fiquei nostálgica. Ler o livro foi como se estivesse a ler uma possibilidade da minha futura vida. Fazer o curso, trabalhar, casar, ter filhos, envelhecer, ver os amigos a envelhecer também, ter netos, ver as pessoas que conheço morrer. But, believe me, agarrei-me tanto à personagem que me fez uma impressão enorme ela crescer tanto, interiormente e na idade,e vê-la a relatar a vida dela com 60 anos, foi algo que me afetou. Fez-me ver que hoje somos novos, amanhã já não, que o tempo passa e não espera, quer tenhamos aproveitado ou não a vida. Emocionei-me umas 3x durante o livro, algo que acho que nunca me tinha acontecido com um livro. Ainda bem que a autora não relatou como é que ela faleceu, senão sim, tinha sido um pranto. Há personagens e personagens,umas que nem fazem sombra, outras que ficam. 
Há um filme sobre um dos livros, o primeiro. É giro, mas nada bate os livros.

14 de dez de 2016

Sobre conchas com ou sem pérolas

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Quando as pessoas não entendem o que se passa, tendem a dizer que exageramos. Exageramos sobre a atitude de alguém, exageramos sobre o nosso estado de espírito, exageramos sobre tudo. E tudo de tem de fazer sentido só porque alguém diz que exageramos. É suposto isso nos acalmar e levar-nos a menosprezar o que pensamos. Eu nunca tive dores no apêndice, mas não vou dizer a uma pessoa que a tem que está a exagerar e que não é assim tão mau, que está a exagerar. Ninguém - ou quase ninguém - irá, porque toda a gente sabe o quão má é esta dor, pelo menos na teoria, porque já ouviu mais pessoas a queixarem-se, por exemplo.
E sobre coisas que nos são inteiramente desconhecidas? Há coisas que só sei hoje porque ou estou a passar por elas e quis saber mais, ou alguém passou e eu fui investigar, ou simplesmente despoletou em mim essa curiosidade ou vi por aí na internet. 
Quando alguém não entende o que estamos a passar, nem quer entender, ou fingir que entende, nós paramos com os berros, paramos com as explosões emocionais, paramos com os choros incontrolados, paramos de mostrar o quão perdidos e confusos estamos, paramos de implorar por ajuda, paramos de mostrar que provavelmente a vida como a conhecíamos já não está no futuro que imaginávamos e que isso nos assusta like hell. E ficamos numa concha onde só vivemos nós, porque estamos fartos de ser apelidados de malucos, fartos de ouvir que é tudo da nossa cabeça, que não deve ser assim tão mau, que há coisas piores. Há conchas com mais pessoas lá dentro, mas para esse tipo de conchas este texto não se aplica. Nessas conchas há amor incondicional, há o medo também, mas o medo não reina. As outras conchas, bem, essas aprendem a lutar por elas, a formar a sua pérola. Sempre aprenderam. Mesmo que a corrente de água seja demasiado forte e a vida não pare de dar voltas, não o vão deixar de fazer.

13 de dez de 2016

Ainda sobre as mães

Ouvir mães de quase universitários a dizer que vão arrendar um apartamento com o rebentozinho, pois este é demasiado ligado e não quer ficar sozinho. Para além de que tem de ter a ajuda que sempre teve para estudar. E não sabe cozinhar. Good lord, tell me that this is a god damn jocke...

11 de dez de 2016

Comida da mãe

Serei a única pessoa a quem a minha mãe não prepara tupperwares cheios de comida para trazer quando regresso à cidade universitária?
Sopa não faço em casa, compro-a, geralmente no Pingo Doce, por vezes no Continente. Por 1.95 como por 4 vezes. O prato principal faço-o eu, não é extremamente difícil fazer arroz, massa ou batatas e juntar a isso carne ou peixe.
A única coisa que trago da terrinha é mesmo azeite, ovos e batatas, coisas que poderia comprar aqui, mas que os meus avós insistem que traga.
Opto por fazer tudo em casa, ao invés de ir às cantinas, que são pertinho. Agora é extremamente raro, mas antes até comia várias vezes pizza/lasanha, mas comecei a enjoar disso e agora só muito raramente.

5 de dez de 2016

True or false

 
You've to believe in yourself to do what you think is right. No one else will. 
People only care about themselves, unless you're useful for them. 
People only trust what they already know. 
Something diferent is odd and less important. 
The present today may not be the future tomorrow. 
Don't try to fight the world's war if your own war is not controlled.
Shit happens. Don't try to convince yourself that you are different and nothing can happen to you.

1 de dez de 2016

Dr. House MD and etc.

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Why the hell nunca tinha visto esta série até há um mês e pouco? Não faço ideia. É brilhante!
A minha inspiração para o blog não voltou ainda, mas vou tentar escrever alguma coisa de vez em quando.
Já agora, sou só eu que ando a receber centenas de visitas diárias dos EUA?  

10 de jul de 2016

Ainda há boas pessoas no mundo

O título é autoexplicativo. Mas é melhor explicitar o que aconteceu para eu afirmar isto. Foi assim: Estava eu acompanhada num jardim aqui da cidade, e quando estou com pessoas raramente vou ao telemóvel, é raro, mas às vezes lá acontece. Tirei o telemóvel do bolso da mochila e respondi a uma mensagem, guardei-o (pensei eu). Não é que o telemóvel ganha pernas e sai de lá? Fomos embora daquele banco, nem olhei para trás a ver se tinha deixado algo, como também é hábito meu. Passada meia hora, já tínhamos ido a 2 sítios, eu que tinha a mochila atrás das costas e estava sentada, lembrei-me de lá ir, e estava o bolso aberto. Puxo a mochila para a frente e vejo que o telemóvel não está lá. Nem lá, nem dentro da parte maior. Começo a stressar, a pensar que mo furtaram e deixaram lá a carteira, voltámos ao jardim e nada de telemóvel. Começo a passar-me, a pensar que nunca mais vou ver um telemóvel novo, comprado em setembro, telemóvel esse que estava cheio de fotos pessoais, contactos, mensagens, redes sociais abertas...E desbloqueado, sim. Ligámos para ele, eu toda passada a pensar que se mo furtaram claro que não iam atender, mas atenderam, para minha supresa. Era um rapaz e falava inglês, lá nos deu a morada de onde estava e fomos lá buscá-lo, ainda com medo de ser um esquema qualquer. O rapaz já tinha passado por nós umas 2 vezes no Jardim, reconheci-o, agradeci umas quantas vezes. Ele até tinha mandado mensagem à minha mãe a dizer que tinha o telemóvel (em português, até teve de ir ver como se escrevia o que ele queria dizer) e que estava à espera no jardim. Se fosse outra pessoa qualquer tinha ficado com ele, uma pessoa pouco séria tinha ficado e nunca mais o tinha visto. Tive muita sorte, é certo, muita mesmo.

5 de mai de 2016

Alguém sabe o que se passa com o Esperto que nem um alho /Bo (l)bo da corte? Não consigo visualizar o blog, nem vejo comentários dele por aí...

23 de abr de 2016

O Príncipe George veste roupões. E agora?



Nada contra a família real britânica, but, a sério? A sério que é preciso este sensacionalismo todo?  E, portugueses, é preciso partilharem tanto uma "notícia" destas? Vejo as pessoas mais interessadas em "assuntos" da família real do que no estado deste país.

21 de abr de 2016

About this product- Água de Rosas

Água De Rosas 250Ml
Este produto toda a gente deve conhecer, nem que seja só de nome, ou de ouvirem as mães e avós a falar. Andava eu há uns tempos preocupada sobre se devia comprar ou não um produto para a carinha. Não cremes, mas tónicos, algo para limpar/acalmar a pele. Foi quando me lembrei que há alguns anos atrás usei este produto, mas que deixei, não sei bem porquê, provavelmente foi por preguiça. Mas bem, podem experimentar, mal não faz (há casos em que irrita, mas são raros, é uma questão de experimentar), muito não custa (50 e poucos cêntimos-1 euro, geralmente, depende do sítio, a minha foi 0.52, no Pingo Doce). O que têm de fazer é embeber o líquido em algodão ou naqueles discos de limpeza, e passar pela cara, nada mais simples. Normalmente faço isso logo de manhã e à noite, antes de ir dormir, e para além de sentir a pele mais fresca e limpa, ainda fica com aquele cheirinho.

Início de nova rúbrica - About this product

Pois bem, nunca pensei fazer uma rubrica deste estilo, mas dadas as circunstâncias de falta de temas, pensei em fazer reviews de produtos. Sim, dar a minha modesta opinião de produtos que vou comprando, sobretudo de produtos para o cabelo, perfumes, cremes, esse tipo de coisas. O que me aprouver, portanto. Não raro é eu andar numa loja, encontrar 3 produtos do mesmo tipo, de marca diferente, e não saber em qual hei de apostar, por não saber qual é o melhor. E lá ando eu, na internet, no meio da loja, a procurar opiniões. E bem, é com o intuito de fazer posts, de dar nova vida ao blog, que irei fazer isto. Mas também com o objetivo de ajudar gente como eu, que não tem muita experiência em termos de produtos e que procura opiniões.

12 de abr de 2016

Alguém que me explique a lógica disto (é, eu sei, ando inspirada): estar num supermercado, pegar num produto, abri-lo, ingerir e ir pagar depois. Why the f*** vocês fazem isso?! Mas quando vão a uma loja de roupa vocês vestem a camisola, vão com ela até à caixa e só depois a vão pagar, ou pagam a camisola e posteriormente a vestem? A camisola não vai "desaparecer" depois de a vestirem, mas quando metem a comidinha na boca, ela já não volta para a embalagem em que estava, pelo menos no seu estado original. E sim, podem até argumentar que "Ah, mas eu tenho dinheiro, depois pago!", pois, e se por alguma razão chegarem à caixa e não tiverem? O que acontece é que o produto fica inutilizado e nem sequer o podem levar. O produto não é vosso SÓ porque pegaram nele, o produto é vosso QUANDO o pagarem.
É assim tão difícil de entender a parvoíce inerente a isto?

11 de abr de 2016

Ainda me hão de explicar como é que este fenómeno acontece: experimentar algo (roupa) numa loja, trazer e logo a seguir, experimentar em casa e já não servir. Quanto às cores, isso tem a ver com iluminação, sim, mas e o resto, qual é a desculpa? Nunca entendi isto, e provavelmente vou demorar a entender...Eu quando compro algo, passo tempos e tempos a examinar se tem alguma coisa que eu não gosto,agora isto de servir na loja e já não servir em casa, cheira-me a consumismo de olhos fechados.

4 de abr de 2016

Procuro + Saúde - Site/blog

Como vocês sabem, não costumo divulgar blogs, mas este tem de ser, dada a relevância que pode ter a muitas almas atormentadas (como eu) que não tenham um profissional de saúde logo "à mão de semear".
Estou a falar do site/blog Procuro + Saúde, em que o administrador (Carlos Edgar, enfermeiro) tem imensos posts sobre saúde, principalmente sobre métodos contracetivos, menstruação, diversos problemas de saúde, etc. Não são só os posts que são bastante úteis, é também o cuidado que o administrador tem de responder, prontamente, a cada comentário, a cada dúvida que nos possa surgir. É óbvio, que como qualquer site/blog da mesma índole, há casos em que não se dispensa a consulta médica física, claro, mas para dúvidas como "Comecei a tomar a pílula, quando é que ela é realmente eficaz?", " É normal ter aumento de peso com a pílula?", "É normal sentir as pernas cansadas?", isso são perguntas que é frequente verem-se nos comentários. Comentários, esses, que por privacidade, o administrador nos aconselha a fazer em Anónimo, o que julgo que ninguém se importará de fazer.
Acho que é um site/blog bastante útil, ora espreitem lá.

31 de mar de 2016

Ir às aulas

Em muitas das faculdades, maior parte das aulas não são obrigatórias. Salvo aquelas em que se tem de marcar presença, que no meu caso, são duas, uma teórica e uma prática, que, felizmente são provavelmente as melhores que tenho. Mas, meus caros, nem todas as aulas valem a pena. E sou eu que o digo, que no secundário não faltei a uma única aula, e no primeiro semestre, foi praticamente isso (com a exceção de uma, que deixei de ir a faltarem 3 semanas para o final). Eu sei que provavelmente os vossos pais, familiares, etc. vão dizer que é muito importante ir a todas as aulas, mesmo que não achem que servem de algo. Mas, para quê perder tempo em aulas em que o professor apenas lê os powerpoints, ou que fala tudo menos de matéria e anda aos saltinhos pelo estrado, porque sabe que o professor das práticas irá dar a matéria que ele era suposto dar? Isso é perder tempo, melhor é pegarem no livrinho e estudarem. Falo de cursos como o meu, em que a matéria está no livro. Não é ser baldas, é pensar um bocado no que se anda a investir o tempo. Ora, se saio da aula da mesma maneira que entrei, com que objetivo vou? 
Mais uma vez, não quero passar a mensagem errada, de que muitos meus colegas são apologistas, a opinião que ir às aulas não vale a pena e que estudam em casa. Está errado, há aulas que são preciosas, outras que nem tanto mas que se vai na mesma e ainda se aprende algo, e outras que não valem mesmo nada.

22 de mar de 2016

Primeiro, Paris. Agora, Bruxelas. Estes atentados cada vez me assustam mais, ainda para mais sabendo que Portugal está na lista. As pessoas num momento estão calmas e felizes, a seguirem as suas vidas, a fazer planos, no outro já estão a ser bombardeadas à custa de guerras que não são suas. Pode acontecer aqui, num metro, num aeroporto, num shopping, numa área com grande afluência de gente, não estamos isentos, e isso cada vez assusta mais. Onde é que estamos seguros, afinal? Que medidas é que podem ser tomadas? Podemos ir passear para o Rossio, para o Terreiro do Paço, para o centro Vasco da Gama, descansados? Podemos ir viajar, a partir de um aeroporto, de um comboio, de um autocarro? O EI quer instaurar medo, e está a conseguir. Violência não é solução para nada, muito menos matar pessoas inocentes.

17 de mar de 2016

Alguém conhece aquela espécie de gente que é fala barato, aqueles que simplesmente não se calam, durante horas, nem deixam falar ninguém? Bem, eu conheço alguém assim. Chega a ser enfastiante logo nos primeiros minutos falar com essa pessoa, por muitas coisas que ela tenha a contar. Para mim, são pessoas que são tudo menos adaptadas socialmente, pessoas que vão buscar assuntos que não têm nada a ver, falam horas sobre coisas que se vê na cara da outra pessoa que não são um bom tema de...monólogo! Pois é isso que elas fazem. Ainda se fosse uma conversa, até se tornaria, eventualmente, interessante, agora monólogos, minha gente? Acham que alguém gosta de monólogos egocêntricos, ainda por cima? Também acho um piadão quando tento contar alguma coisa e é literalmente isto:
-Sabes, no outro dia fui ao site da faculdade...
-Sim, sim.
-...E vi lá que ia haver uma palestra...
-Pois, pois.
-...Sobre a Eutanásia...
-Sim, sim, pois.
E a "conversa" acaba quando eu me farto de tentar falar e a ser constantemente interrompida por "sim, sim, pois, pois" a cada conjunto mínimo de palavras, por a outra pessoa querer falar sobre não sei o quê. Alguém que lhes ensine as regras de conversa, se faz favor...

14 de mar de 2016


http://portaldosprogramas.com/wp-content/uploads/2015/04/Nicolau-Breyner.jpg 
Hoje ficámos mais pobres. 
Nicolau Breyner 1940-2016
Ia eu, muito descansada pela rua, quando sou interpelada por um grupo de escuteiros (de várias idades), em particular, por uma rapariga que devia ter uns 16-18 anos, que estava a vender rifas. Fiz-lhe um gesto a dizer que não queria contribuir (não foi um gesto de desprezo, nem nada que se pareça) e a rapariga, do alto da sua arrogância, como eu nunca tinha visto em pessoas que andam nestas lides (nunca mesmo), diz "Obrigada!", diz isto com uma entoação de uma profunda ironia/arrogância, que transpareceu por completo a imaturidade dela. Como não gosto que falem assim para mim, respondi um "De nada!" no mesmo tom. Se devia ter ficado calada e seguir? Se calhar devia, mas há coisas que me fazem passar dos limites, e uma delas é a falta de educação das pessoas. Ora eu, criatura que não sou remunerada, não tenho um emprego, não sou rica, poupo para as minhas coisas, porque é que haveria de ser obrigada a contribuir? Às vezes, lá contribuo, mas obviamente que não é sempre. Compreendo que grupos assim tenham de ter ajudas externas, eu própria já vendi rifas quando andava nas minhas atividades extra-curriculares, mas algum dia fui mal educada com alguém por não querer contribuir? Eu sei que é frustrante as pessoas não contribuírem, but, c'mon, estamos no meio de uma crise económica, não andamos cheios de dinheiros nos bolsos. O que faz falta a estes jovens com estas mentalidades, é abrirem um bocadinho os olhos e sobretudo saberem como falam para as pessoas, principalmente as que não conhecem de lado algum. Watch your mouth, kid, watch your mouth.

5 de mar de 2016

Coisas a que acho piada: Estar no mesmo sítio onde se está a efetuar uma praxe e ver aqueles que são muito "fortes e poderosos" a dar ordens, com um ar de "vocês não valem um chavo, eu berro, eu mando, mesmo que não tenha vocabulário para mais de 50 palavras! Mas posso! E mando nos caloiros! Caloiros não, bestas, caloiros é demasiado conceituado!". Isso e depois estarem com o grupinho e vangloriarem-se porque meteram um caloiro de quatro ou os fizeram cantar uma músiquinha que as únicas palavras que incluía eram demasiado badalhocas para meter aqui. Don't get me wrong, mas quando assisto a isto, dá-me vontade de distribuir bofetadas. Assim à borla. Mas enfim, que sei eu, se gostam, continuem, perturbam é a minha paz mental. E não deve ser só a mim. Mas adiante, é tudo para preparar para o mercado de trabalho, não é? Não estou a dizer que não existem vínculos na praxe e se façam coisas boas, até devem existir e não duvido. Mas algumas coisas que os "obrigam" a fazer... É giro? É interessante? Não, é só estúpido, peço desculpa. Ou não, não tenho de pedir desculpa. Nem isso, nem de olhar para o chão enquanto escrevo este post.

28 de fev de 2016

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Parece que este é assunto da revolta nacional do momento... E como eu gosto de me pronunciar sobre coisas que causam revolta, vamos lá.
Então, há uns tempos éramos todos Charlie no Facebook e agora somos umas virgens ofendidas? Por falar em virgens, não foi a Virgem Maria que foi engravidada pelo Espírito Santo? E o José, se era o pai adotivo, se o Espírito foi quem engravidou, temos, efetivamente, 2 pais, ou não?

26 de fev de 2016

Então, andamos "todos" indignados porque a RTP baixou os salários às suas "estrelas"? But wait, ainda continuam com salários milionários. Expliquem-me lá, porque é que "estrelas" que o que fazem é entreter pessoas, ganham salários bem acima de médicos, de juízes, de engenheiros, de outras tantas, que andam anos e anos a estudar, noites sem dormir, e que fazem um serviço de bem maior à população? Sim, estes senhores devem ter estudado, mas não devem ter estudado tanto como muita gente competente que sai das universidades e entra no mercado de trabalho a ganhar o salário mínimo ou que trabalha a recibos verdes. Enfim.

23 de fev de 2016

Parece que cada vez há mais gente que devia aprender o Código BÁSICO da Estrada de novo...Vamos imaginar esta situação, deveras complicada: temos uma passadeira, um peão e um automóvel, um sinal de vermelho para os peões (e não, não ia mudar, certifiquei-me, de todas as vezes), um sinal de verde para os automóveis, quem pode andar? Na cabeça de 2 ou 3 motoristas que já encontrei, eu é que devia andar e não empatar o trânsito, porque eles decidiram parar, e ainda se metem a reclamar. A um deles, tive a amabilidade de apontar para o semáforo, e lá andou, sempre a reclamar. Devo acrescentar que estas situações ocorreram numa estrada movimentada, e claro que os outros motoristas ficaram estupefactos com as aves.

15 de fev de 2016

Por vezes, olho para muitas miúditas (sim, miúditas, nem me venham cá dizer o contrário) a partir dos seus 12 anos, em que a descrição é esta:
  • Batom vermelho;
  • Decotes até ao umbigo, visivelmente proporcionados por push-ups;
  •  Maquilhagem. Sim, meus senhores, maquilhagem: base na cara a parecer uma laranja, rímel até ao couro cabeludo, lápis quais rainhas egípcias...E o batom já falei, acima;
  • Descrições nas fotografias, geralmente a mandarem indiretas, a queixarem-se do peso nos ombros do seu sofrimento (mochila, I guess) ou a serem porquinhas;
  • Geralmente andam em bando, pavoneiam-se pelos sítios públicos e quase que partem as ancas com tanto "abananço";
  • Risos histéricos. Sim, isto é prática comum;
  • Gostam de ser engraçadinhas ou, de pelo menos, gozar com alguém;
  • Fumar e beber, só mesmo "porque sim".
  • Comportamentos ridículos e para chamar a atenção.

Até podem ser umas criaturas muito inteligentes, tirarem excelentes notas e afins. Mas eu não aguento com personalidades destas. Mais uma prova que inteligência não define maturidade, nem perto disso. Podem até ser o Einstein, mas o Eistein com um Caps, óculos de sol num centro comercial, calças descidas até aos joelhos, e com uma garrafa de azeite para vender. Se gostarem de azeite. Se não gostarem, façam como eu, riam-se um bocadinho, interiormente, da falta de nível desta espécie.

4 de fev de 2016

Diferenças entre Secundário e Universidade #2

Num curso com imensa gente, os professores não querem saber quem és, de onde vens, como te chamas. Para eles és apenas um número and that's all. Se estudas, estudas, se não estudas, problema teu. Não andam em cima de ti para estudares, não andam em cima de ti para ires às aulas. Não é como no secundário, em que sempre havia aquele professor mais "chatinho", que volta e meia dava sermões à turma. Nada disso...Aqui, és livre que nem um pássaro. É só a tua consciência que te chateia.


Admito que sou uma pessoa que para falar muito "do nada" com as pessoas, tenho de me sentir à vontade. Não basta conhecer há muito tempo, se não me sentir à vontade com a pessoa, não tenho a tendência de falar. Posso-me perfeitamente sentir à vontade logo no momento em que conheço, como meses depois, ou até nunca. Claro que há situações em que se tem de falar mesmo que não nos sintamos à vontade, mas isso é outra conversa.
Uma das coisas que me deixa, digamos, "irritada", é que me caraterizem (familiares) como uma pessoa que não tem empatia pelos outros ao ponto de desenvolver uma conversa. Bem, e isto não é bem assim, como é claro. Não tenho qualquer problema em fazer conversa desde que me sinta confortável, já cheguei a estar na fila do supermercado e ter uma conversa de 15 minutos com uma senhora mais velha, que não conhecia de nenhum lado, sequer. 
Mas, adiante. Por vezes, vou jantar com o meu pai a um restaurante daqui da cidade universitária em que ele conhece o dono, assim mais ou menos. Ele gosta muito de lá ir porque, volta e meia, estamos a comer e vem o senhor meter conversa com ele e ficam ali a falar, vai embora, volta outra vez, e é assim, para ele é um "ambiente familiar". Não tenho nada contra, se gostam de falar, que falem. O problema é a maneira como se dirige a mim, e não, não é ter peneiras ou achar-me muito importante, mas não gosto de ser tratada como "ó princesa", não acho piada, ponto. Nem ele a dizer, nem outra pessoa qualquer. Ainda por cima com alguém a quem nunca dei confiança ou coisa parecida, quando vou a sítios assim, sejam restaurantes, cafés ou o que for, gosto de ser tratada com profissionalismo. Chamem-me esquisita, peneirenta, mas sou assim. Respondo educadamente, mas não estou ali a desenvolver conversa, ia falar do quê? Mas pronto, parece que esta minha atitude, a de responder ao que me é perguntado sem desenvolver conversa, transmite falta de empatia e achar-me melhor e levar sempre com aquela pergunta exasperada de "tu não sabes falar com as pessoas?". Bem, sei falar com as pessoas, desde que elas saibam falar comigo.

14 de jan de 2016

After all this time?
Always.