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28 de fev de 2016

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Parece que este é assunto da revolta nacional do momento... E como eu gosto de me pronunciar sobre coisas que causam revolta, vamos lá.
Então, há uns tempos éramos todos Charlie no Facebook e agora somos umas virgens ofendidas? Por falar em virgens, não foi a Virgem Maria que foi engravidada pelo Espírito Santo? E o José, se era o pai adotivo, se o Espírito foi quem engravidou, temos, efetivamente, 2 pais, ou não?

26 de fev de 2016

Então, andamos "todos" indignados porque a RTP baixou os salários às suas "estrelas"? But wait, ainda continuam com salários milionários. Expliquem-me lá, porque é que "estrelas" que o que fazem é entreter pessoas, ganham salários bem acima de médicos, de juízes, de engenheiros, de outras tantas, que andam anos e anos a estudar, noites sem dormir, e que fazem um serviço de bem maior à população? Sim, estes senhores devem ter estudado, mas não devem ter estudado tanto como muita gente competente que sai das universidades e entra no mercado de trabalho a ganhar o salário mínimo ou que trabalha a recibos verdes. Enfim.

23 de fev de 2016

Parece que cada vez há mais gente que devia aprender o Código BÁSICO da Estrada de novo...Vamos imaginar esta situação, deveras complicada: temos uma passadeira, um peão e um automóvel, um sinal de vermelho para os peões (e não, não ia mudar, certifiquei-me, de todas as vezes), um sinal de verde para os automóveis, quem pode andar? Na cabeça de 2 ou 3 motoristas que já encontrei, eu é que devia andar e não empatar o trânsito, porque eles decidiram parar, e ainda se metem a reclamar. A um deles, tive a amabilidade de apontar para o semáforo, e lá andou, sempre a reclamar. Devo acrescentar que estas situações ocorreram numa estrada movimentada, e claro que os outros motoristas ficaram estupefactos com as aves.

15 de fev de 2016

Por vezes, olho para muitas miúditas (sim, miúditas, nem me venham cá dizer o contrário) a partir dos seus 12 anos, em que a descrição é esta:
  • Batom vermelho;
  • Decotes até ao umbigo, visivelmente proporcionados por push-ups;
  •  Maquilhagem. Sim, meus senhores, maquilhagem: base na cara a parecer uma laranja, rímel até ao couro cabeludo, lápis quais rainhas egípcias...E o batom já falei, acima;
  • Descrições nas fotografias, geralmente a mandarem indiretas, a queixarem-se do peso nos ombros do seu sofrimento (mochila, I guess) ou a serem porquinhas;
  • Geralmente andam em bando, pavoneiam-se pelos sítios públicos e quase que partem as ancas com tanto "abananço";
  • Risos histéricos. Sim, isto é prática comum;
  • Gostam de ser engraçadinhas ou, de pelo menos, gozar com alguém;
  • Fumar e beber, só mesmo "porque sim".
  • Comportamentos ridículos e para chamar a atenção.

Até podem ser umas criaturas muito inteligentes, tirarem excelentes notas e afins. Mas eu não aguento com personalidades destas. Mais uma prova que inteligência não define maturidade, nem perto disso. Podem até ser o Einstein, mas o Eistein com um Caps, óculos de sol num centro comercial, calças descidas até aos joelhos, e com uma garrafa de azeite para vender. Se gostarem de azeite. Se não gostarem, façam como eu, riam-se um bocadinho, interiormente, da falta de nível desta espécie.

4 de fev de 2016

Diferenças entre Secundário e Universidade #2

Num curso com imensa gente, os professores não querem saber quem és, de onde vens, como te chamas. Para eles és apenas um número and that's all. Se estudas, estudas, se não estudas, problema teu. Não andam em cima de ti para estudares, não andam em cima de ti para ires às aulas. Não é como no secundário, em que sempre havia aquele professor mais "chatinho", que volta e meia dava sermões à turma. Nada disso...Aqui, és livre que nem um pássaro. É só a tua consciência que te chateia.


Admito que sou uma pessoa que para falar muito "do nada" com as pessoas, tenho de me sentir à vontade. Não basta conhecer há muito tempo, se não me sentir à vontade com a pessoa, não tenho a tendência de falar. Posso-me perfeitamente sentir à vontade logo no momento em que conheço, como meses depois, ou até nunca. Claro que há situações em que se tem de falar mesmo que não nos sintamos à vontade, mas isso é outra conversa.
Uma das coisas que me deixa, digamos, "irritada", é que me caraterizem (familiares) como uma pessoa que não tem empatia pelos outros ao ponto de desenvolver uma conversa. Bem, e isto não é bem assim, como é claro. Não tenho qualquer problema em fazer conversa desde que me sinta confortável, já cheguei a estar na fila do supermercado e ter uma conversa de 15 minutos com uma senhora mais velha, que não conhecia de nenhum lado, sequer. 
Mas, adiante. Por vezes, vou jantar com o meu pai a um restaurante daqui da cidade universitária em que ele conhece o dono, assim mais ou menos. Ele gosta muito de lá ir porque, volta e meia, estamos a comer e vem o senhor meter conversa com ele e ficam ali a falar, vai embora, volta outra vez, e é assim, para ele é um "ambiente familiar". Não tenho nada contra, se gostam de falar, que falem. O problema é a maneira como se dirige a mim, e não, não é ter peneiras ou achar-me muito importante, mas não gosto de ser tratada como "ó princesa", não acho piada, ponto. Nem ele a dizer, nem outra pessoa qualquer. Ainda por cima com alguém a quem nunca dei confiança ou coisa parecida, quando vou a sítios assim, sejam restaurantes, cafés ou o que for, gosto de ser tratada com profissionalismo. Chamem-me esquisita, peneirenta, mas sou assim. Respondo educadamente, mas não estou ali a desenvolver conversa, ia falar do quê? Mas pronto, parece que esta minha atitude, a de responder ao que me é perguntado sem desenvolver conversa, transmite falta de empatia e achar-me melhor e levar sempre com aquela pergunta exasperada de "tu não sabes falar com as pessoas?". Bem, sei falar com as pessoas, desde que elas saibam falar comigo.