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30 de dez de 2016

USA

Quando todos os dias tens mais de 200 visitas silenciosas dos Estados Unidos...

20 de dez de 2016

Alice

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Li 2 livros quando era mais novinha, talvez aí com uns 13 ou 14, que me suscitaram interesse. Não foram os únicos, claro, mas aqueles tinham interesse porque a protagonista era praticamente da minha idade e até tínhamos alguns pensamentos parecidos. No outro dia, estava na cama, quase a dormir e lembrei-me disso, e fui procurar na net, para ver se haviam mais ou não. E haviam...Imensos! Decidi ler o último, pois a história continuava desde que ela tinha 18, até ter 60. E se me identifiquei com certas coisas, também fiquei nostálgica. Ler o livro foi como se estivesse a ler uma possibilidade da minha futura vida. Fazer o curso, trabalhar, casar, ter filhos, envelhecer, ver os amigos a envelhecer também, ter netos, ver as pessoas que conheço morrer. But, believe me, agarrei-me tanto à personagem que me fez uma impressão enorme ela crescer tanto, interiormente e na idade,e vê-la a relatar a vida dela com 60 anos, foi algo que me afetou. Fez-me ver que hoje somos novos, amanhã já não, que o tempo passa e não espera, quer tenhamos aproveitado ou não a vida. Emocionei-me umas 3x durante o livro, algo que acho que nunca me tinha acontecido com um livro. Ainda bem que a autora não relatou como é que ela faleceu, senão sim, tinha sido um pranto. Há personagens e personagens,umas que nem fazem sombra, outras que ficam. 
Há um filme sobre um dos livros, o primeiro. É giro, mas nada bate os livros.

14 de dez de 2016

Sobre conchas com ou sem pérolas

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Quando as pessoas não entendem o que se passa, tendem a dizer que exageramos. Exageramos sobre a atitude de alguém, exageramos sobre o nosso estado de espírito, exageramos sobre tudo. E tudo de tem de fazer sentido só porque alguém diz que exageramos. É suposto isso nos acalmar e levar-nos a menosprezar o que pensamos. Eu nunca tive dores no apêndice, mas não vou dizer a uma pessoa que a tem que está a exagerar e que não é assim tão mau, que está a exagerar. Ninguém - ou quase ninguém - irá, porque toda a gente sabe o quão má é esta dor, pelo menos na teoria, porque já ouviu mais pessoas a queixarem-se, por exemplo.
E sobre coisas que nos são inteiramente desconhecidas? Há coisas que só sei hoje porque ou estou a passar por elas e quis saber mais, ou alguém passou e eu fui investigar, ou simplesmente despoletou em mim essa curiosidade ou vi por aí na internet. 
Quando alguém não entende o que estamos a passar, nem quer entender, ou fingir que entende, nós paramos com os berros, paramos com as explosões emocionais, paramos com os choros incontrolados, paramos de mostrar o quão perdidos e confusos estamos, paramos de implorar por ajuda, paramos de mostrar que provavelmente a vida como a conhecíamos já não está no futuro que imaginávamos e que isso nos assusta like hell. E ficamos numa concha onde só vivemos nós, porque estamos fartos de ser apelidados de malucos, fartos de ouvir que é tudo da nossa cabeça, que não deve ser assim tão mau, que há coisas piores. Há conchas com mais pessoas lá dentro, mas para esse tipo de conchas este texto não se aplica. Nessas conchas há amor incondicional, há o medo também, mas o medo não reina. As outras conchas, bem, essas aprendem a lutar por elas, a formar a sua pérola. Sempre aprenderam. Mesmo que a corrente de água seja demasiado forte e a vida não pare de dar voltas, não o vão deixar de fazer.

13 de dez de 2016

Ainda sobre as mães

Ouvir mães de quase universitários a dizer que vão arrendar um apartamento com o rebentozinho, pois este é demasiado ligado e não quer ficar sozinho. Para além de que tem de ter a ajuda que sempre teve para estudar. E não sabe cozinhar. Good lord, tell me that this is a god damn jocke...

11 de dez de 2016

Comida da mãe

Serei a única pessoa a quem a minha mãe não prepara tupperwares cheios de comida para trazer quando regresso à cidade universitária?
Sopa não faço em casa, compro-a, geralmente no Pingo Doce, por vezes no Continente. Por 1.95 como por 4 vezes. O prato principal faço-o eu, não é extremamente difícil fazer arroz, massa ou batatas e juntar a isso carne ou peixe.
A única coisa que trago da terrinha é mesmo azeite, ovos e batatas, coisas que poderia comprar aqui, mas que os meus avós insistem que traga.
Opto por fazer tudo em casa, ao invés de ir às cantinas, que são pertinho. Agora é extremamente raro, mas antes até comia várias vezes pizza/lasanha, mas comecei a enjoar disso e agora só muito raramente.

5 de dez de 2016

True or false

 
You've to believe in yourself to do what you think is right. No one else will. 
People only care about themselves, unless you're useful for them. 
People only trust what they already know. 
Something diferent is odd and less important. 
The present today may not be the future tomorrow. 
Don't try to fight the world's war if your own war is not controlled.
Shit happens. Don't try to convince yourself that you are different and nothing can happen to you.

1 de dez de 2016

Dr. House MD and etc.

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Why the hell nunca tinha visto esta série até há um mês e pouco? Não faço ideia. É brilhante!
A minha inspiração para o blog não voltou ainda, mas vou tentar escrever alguma coisa de vez em quando.
Já agora, sou só eu que ando a receber centenas de visitas diárias dos EUA?